RJ – Dia 1 e primeiras impressões

   Confesso que o maior motivo de escolher o Rio foi poder conhecer uma das 7 maravilhas, que aliás, foi o ponto alto da viagem. Quando anunciei o Rio de Janeiro como próximo destino, ouvi muitas críticas, comentários já conhecidos como a violência, arrastão, tiroteios… Até parece coincidência, mas assim que comprei as passagens, as notícias da violência no Rio começaram a pipocar em todos os jornais, pessoas sendo assaltadas e agredidas na cara dura, outras deitadas atrás dos carros em pleno trânsito fugindo do tiroteio e por aí vai.

Buscamos todas as informações possíveis de lugares, roteiros e segurança, como em qualquer outro lugar não se pode dar bobeira, nem pagar de turista perdido (e ficamos perdidos!).

  Enfim, Rio de Janeiro ou a cidade maravilhosa, Rio 40°, praia, calor. Cadê?

Menos de uma hora de voo de São Paulo, as primeiras imagens atrás de muitas nuvens (já que não havia sol) foi ver o mar chegando cada vez mais perto, até parece que vai pousar na água no aeroporto Santos Dumont.

   Pegamos um táxi para o hostel e da janela conheci um Rio cinzento, com trânsito caótico e barulhento, uma cidade grande cercada de construções antigas e muito verde. O taxista por sua vez, muito mal humorado corria feito louco.

Tínhamos certeza que o Rio não ia nos decepcionar, então partimos pra rua equipados de uma câmera, um dinheirinho e o google maps, que foi de extrema importância para visitar todos os lugares sem guia ou taxi. Como o dia estava feio e chuvoso fomos direto para o Museu do amanhã, foi aí a primeira experiência com o transporte público do Rio, que naquela hora não deixou a desejar, estava bem tranquilo e vazio, tudo bem sinalizado e um ar condicionado de dar até frio.

Tudo complicou quando saímos da estação rumo ao museu, totalmente perdidos, as ruas quase alagadas, demorou um pouco para nos localizar e irmos para o lado certo, já que não confiamos em pedir informação na rua para qualquer um. Assim que finalmente chegamos ao Museu do amanhã, imaginava eu, que estaria tranquilo já que a fila é no lado de fora e na chuva, mas estava muito enganada! Uma fila ENORME (na chuva) de pessoas totalmente despreocupadas com ela, afinal o importante era entrar no museu. Sem pensar duas vezes procuramos o fim da fila, onde uma funcionaria já avisava que a fila foi encerrada, deu uma pequena confusão e algumas vaias de quem já estava ali por um bom tempo, isso era apenas 16hs e o museu fecha as 19hs. Então chegue cedo, dizem por aí que vale a pena!

  O passeio não foi perdido, bem em frente fica o museu de arte do Rio, que por sorte nas terças a entrada é gratuita.

   Não deixe de visitar o mirante para ver tudo do alto, inclusive o museu do amanhã, que nessa ocasião observamos apenas de fora.

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